Temer na cadeia Aécio na cadeia

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Copiem e colem em seus perfis

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

A POETISA VIROU VERSO

Pois é, a poetisa virou verso, quem diria?
Um furdunço no bar gerou uma poesia
E ela merece, pois é muito talentosa
Tanto em verso, em sumiço ou prosa

Prosa poética, como diria paulista
E o sonetista ultrapassou a cota
Aporética que deixou os versos muito longos

Meu amigo, olha atrás da fumaça
Quem sabe, a moça não passa
Como um hiato por entre ditongos

E até hoje procuram nas matas
A poetisa do cordel
Gritam por todas as praças
Clamam seu nome ao céu

Laribel!
Laribel!
Oh menina Laribel!
Se perdeu na mata ou na torre de Babel?

coautoria: Ateu Poeta, Wasil Sacharuk, Alexandre de Paula e Dr. Plínio