Temer na cadeia Aécio na cadeia

Temer na cadeia Aécio na cadeia
Copiem e colem em seus perfis

domingo, 22 de julho de 2012

MORFEU MORIBUNDO



ORFEU MORIBUNDO

Sem você nem chego a ser um apenas
A metástase de um poeta sem pena, tinteiro ou lirismo
Zagreus em catarse, sem bacantes, Atenas ou violino
Anoitecer de um poema inteiro; não há quem cante

Sonhador sem guarida ou morfema
Ferida a sangrar no fonema andante
Lida de um Sísifo forasteiro; nada que acalante
Ícaro sem asas ao sol; ateu no inferno de Dante  

Tântalo em eterna sede dialética
Romano preso no pântano frente aos unos
Crasso a fracassar frente aos parcos
Queda de Saulo cego; sem ego ou parcas para prever

Atlas a jogar futebol com o mundo
Orfeu sem Eurídice, moribundo no arrebol

ATEU POETA
17:53
22/07/2012

quinta-feira, 19 de julho de 2012

ASAS SIDERAIS


ASAS SIDERAIS

 Não corte minhas asas
 Voar é a minha razão
 Meu mundo é o espaço sideral
 Em cada estrela e constelação

 O chão é profundo abismo
Triste aforismo de perpétua prisão
 Quero prisma ao invés da caverna de Platão
 Iludir-me com ouro de tolo já não traz satisfação

O sonho mais alto é a meta que traço
Laço sem qualquer consternação
Liberdade é a vida em palimpsesto
O carpe diem passado a limpo

Onde o traço do verso se aprimora
É lá que mora o meu coração

ATEU POETA
1:00
20/07/2012

quarta-feira, 18 de julho de 2012

PORTO À DERIVA



PORTO À DERIVA

Teu olhar ludibria a brisa mais tênue da razão
No minuto em que some a multidão
Anestesia a dor da solidão
És fantasia dos meus sonhos mais profundos

A mais linda poesia de poeira cósmica na explosão da supernova
Maresia de mil mundos
Holocausto na foz do sistema límbico
Terremoto do lóbulo temporal

Aparelho que deixa o parietal em parafuso
Curas e causas arritmias
Teu abraço traz paz enluarada
Teu corpo é porto à deriva

Em teu rosto minha mente faz morada
Incerta jornada no mar da fascinação

ATEU POETA
5:2
18/7/2012

AMÁLIA



AMÁLIA

Apesar do advento da parafernália
A História continuará falha e faraônica
Escondida no fio da navalha
Sob a malha do poder e da pregação

Amália amará poesia intergaláctica
Ciência não é foz, voz ou fronteira
É mais carência que luz inteira
A Via Láctea será pequena para as viagens siderais

Um dia os livros serão todos virtuais
O espaço se medirá por frações exponenciais
O surrealismo da razão fará do sonho simbolismo
O futurismo concretizará a fascinação terna

Não haverá guerra nem abismo
A humanidade será uma nação fraterna

ATEU POETA
3:40
12/7/2012

terça-feira, 17 de julho de 2012

VULCANO

VULCANO 

Fogo no mar vermelho
Fogos dentro do espelho da razão
Fogo-fátuo sobre o centeio 
Artifícios bobos ou fatos sem freio?

Quantos se afogarão no fogão da fogueira?
Quem aguentará tamanho rojão?
Incêndio no coração de Bóbus 
Chamas centrífugas nas mãos de Vulcano

Vulcão em jogos mortais
Dança de boatos para descerebrar
Floreios de flores mortas
Andante non troppo com gratia

Bombeiros ao deus-dará
Cairão de joelhos ao som de um bolero

Ateu Poeta
8:25
17/07/2012

segunda-feira, 16 de julho de 2012

AROLDO FILHO




Aroldo Filho :

Historiador, Literato e Jornalista Independente.

Presidente e criador do Jornal Delfos-CE (2007).

(O Jornal Delfos-CE foi criado em parceria com o professor de História Cristiano Viana, que também é presidente. O Jornal Delfos-CE foi criado no primeiro dia de aula da faculdade de História em Pacoti, no mês de junho, criado primeiramente em vários sites, dentre eles um de relacionamentos. De 2008 a 2010 o Jornal Delfos-CE foi impresso em 12 tiragens que já rodaram dentro e fora do Estado do Ceará, apesar de não serem tantas impressões. Em 2008 foi criado o blog, hoje com 18 escritores de vários Estados do Brasil, 91 seguidores, visto em 54 países e passou dos 127mil acessos, sendo 10mil só nesse mês de junho em que o Jornal Delfos-CE fez 5 anos de existência. É o primeiro Jornal Universitário de Pacoti que foi distribuído gratuitamente em todas as suas impressões).

Sócio-Efetivo e criador da SEMPRE-Segmento dos Estudiosos da Memória e Patrimônio Regional da Serra de Baturité (2008).

Criador do projeto de Lei que deu origem ao 1° Arquivo Público do Interior do Nordeste na cidade de Pacoti-CE (2009). (Idealizado pelo Historiador Aroldo Filho desde 2004).

2° e 4° lugares,consecutivamente, no 1° e 2° concursos de poesia da comunidade do Orkut "Vamos Escrever um livro?"(2009 e 2010). 

Criador do projeto da exposição histórica "PACOTY: UMA HISTÓRIA EM 
DOCUMENTOS", aprovado pelo Banco do Nordeste(2010). 

(A criação da Associação Cultural SEMPRE, da lei que criou o Arquivo Municipal José Audízio de Sousa e da Exposição Histórica Pacoty: uma História em documentos, foram criações em parceria com o professor de História Levi Jucá e com a Historiadora Rosimar Brito. Não seriam essas  ações possíveis se cada um dos três agisse individualmente. Ainda foi escrito e encaminhado pelos três um projeto de Ponto de Cultura para Pacoti, que se encontra atualmente na espera por aprovação da Secretaria de Cultura do Estado do Ceará).

Sócio do Instituto Desenvolver (2011).

Trabalhou para o Governo do Estado do Ceará como pesquisador no Porto do Pecém (2011).

Ministrou aulas de História, Geografia, Arte e Religião em Pacoti (de 2008 a 2011 no Colégio São Luís e na Escola Menezes Pimentel).

2° Lugar em concurso de pensamento sobre poesia na comunidade "Grupo de Poesia" no Facebook (2012).

Publica notícias, contos, crônicas, poesias, fábulas, romances, artigos, peça teatral e letra de música em 26 blogs desde 2005.

domingo, 15 de julho de 2012

DINAR




DINAR

O erro de Crasso foi subestimar os parcos
O de Valeriano, Felipe e Gordiano, desafiar Xabur
Hermano quis virar rei
Dario perdeu o arco para Alexandre

Alarico, Átila e Aníbal são lembrados pelo que não fizeram
Vercingetórix, Decébalo e Viriato relegados ao esquecimento
No fim, todos somos bárbaros
Os holofotes da História não dividem justamente a glória

A vitória registra os arquivos
Os dinares ditam a memória
Livros novos são reciclados
E os mortos-vivos serão para sempre celebrados

 ATEU POETA
1:08
16/07/2012

sábado, 14 de julho de 2012

O GOLPE DA ANTOLOGIA


Em 2011 esse sujeito conhecido como PAULINHO DHI ANDRADE, que deve se chamar na verdade PAULO CÉSAR BOMFIM até onde sei fez uma proposta na comunidade NOVA ORDEM DA POESIA, no Orkut, tinha inclusive um site de uma tal "EDITORA MADRE", que não se encontra mais no ar através do qual ainda fez um concurso entre nós, a época 37 poetas, de vários Estados do Brasil. 

De lá pra cá deu números de conta, uma dele e outra de uma suposta GRAFISSET, que, segundo ele, se recusa a devolver o dinheiro depois que o Paul Bomfim dexistiu de fazer a tal Antologia Poética, a qual fui convidado a participar por depoimento e trocamos e-mails, onde enviei poemas e fiz o depósito de 70 reais na conta da Grafisset. Muitos poetas pagaram mais de 70, deram 100, 200 reais, ou até mais para que o número de livros fosse aumentado.

O acordo inicial seria o Paulo Bomfim dar metade do dinheiro à Editora e a gente a outra metade, e cada um receberia de 3 a 10 livros, no meu caso particular seria 10, e o número de poesias seria o mesmo número de livros que cada um receberia. A gente venderia os livros e a metade do lucro seria novamente depositado na conta do Paulo ou da Grafisset para pagar o que ele gastaria.

Um detalhe deve ser lembrado, ele pediu que adiantássemos mais dinheiro mesmo quando já não criamos mais no andamento da antologia. Ele começou a dar desculpas de até amigos seus que tinham morrido, pelo menos uns 3 e de que ficara desempregado e tantas outras coisas e começou a falar no meio de um outros projetos de chamados "MULHERES NUAS" e "HOMENS APAIXONADOS" e usou como desculpa que  lançamento do livro seria junto com o lançamento desses outros projetos em São Paulo e começou a convidar os 37 poetas para ir.

Acontece que até o local que ele tinha conseguido já não estaria mais disponível e ele teria que arranjar patrocínio agora. Mas, o pior é que tudo acontecia ao mesmo tempo, até um tal de ALESSANDRO em que ele vem falando muito teria ficado doente quando o Paulo supostamente iria falar com ele e depois era o Paulo que ficaria doente, ora gripado, ora deprimido pelas mortes desses amigos, ora o tal Alessandro nunca estava na tal gráfica, de modo que em um ano não conseguiam mais se encontrar.

Após um ano nessa enrolação fica mais do que claro que isso foi um golpe, O GOLPE DA ANTOLOGIA, em que o sujeito brincou com o sonho de vários poetas amadores de publicar um livro e ainda se faz de vítima quando todos nós cobramos, chegando a dizer que isso até ASSÉDIO MORAL era quando dei o ultimato de processá-lo por estelionato, danos morais, danos pessoais, 171 e uso de má fé. 

Não é justo que esse sujeito de má-fé saia impune. Este historiador que voz escreve o faz para que esse caso não se repita mais com ninguém. E que a notícia se espalhe pelo mundo para que esse tal PAULINHO DHI ANDRADE OU PAULO BOMFIM nunca mais repita a dose de ficar com dinheiro de ninguém.

AROLDO FILHO
Historiador cearense criador do 1° Aquivo Público do interior do Nordeste, Arquivo Municipal José Audízio de Sousa. Criador do Jornal Delfos-CE. Sócio do Instituto Desenvolver. Criador da Associação Cultural SEMPRE. Criador da exposição histórica Pacoy: uma HISTÓRIA em documentos.
15/07/2012

quinta-feira, 12 de julho de 2012

ABATE


ABATE

Como são baixos os que têm inveja da nossa grandeza
A alegria deles é nos rebaixar à sua própria baixeza
E toda a clareza se desfaz
O ódio é voraz por que nada mais têm a oferecer

O jeito é embrutecer para derrubar os demais
Pra que dar nome aos bois se todos vão pro abate?
Se envolver no combate é desgaste vão
Vão nos atormentar para que a fúria tome conta

Mas é melhor desviar
Fazer de conta que não viu
Ou verá que se feriu por nada
Quem não tem paz atrapalha a jornada

Se brigar com todos que lhe atacam, morrerá.
De fadiga ou no cabo da espada

ATEU POETA
4:52
12/07/2012

terça-feira, 10 de julho de 2012

MINERVA



MINERVA

Minerva
Das trevas me resgatas
Tua tocha racional
Para Zeus ingrata

Sofre Prometeu pela bravata
Zaratustra despedaçado
Toca seu ditirâmbico violino
Renovado em teu seio

Entre o regaço e o receio
A deusa traz sabedoria
A humanidade faz mau uso do fogo
Das ervas criou-se o tráfico

Era onde a guerra é um jogo
De furor e nostalgia

ATEU POETA
23:41
05/06/2012

MARESIA ORQUESTRAL



MARESIA ORQUESTRAL

Teu olhar de tempestade, minha cara
Transforma minhas sinapses em etimologia
Teu corpo é poesia de saudade
Fantasia ultrassurreal

Mar de ufanias
Maresia orquestral
Descomunal sinfonia
A mais incrível aventura intergaláctica

Paralax para lá da Via Láctea
Júlio Verne não ousou tal maestria
Nenhum ourives sonhou joia tão rara
Tua imagem é lobotomia da razão

Em teu rosto mora a fascinação
Vou voar para a próxima estação

ATEU POETA
23:34
04/06/2012

segunda-feira, 9 de julho de 2012

VALKÍRIA


VALKÍRIA

Verve é o verde dos teus olhos de maré
Em tua boca mora céu de Júlio Verne
E o inferno de Dante que me aquece
Mulher: mais perigoso jogo de Nietzsche

Brinquedo na estante de Afrodite
Segredo da natureza no desiderato instante de frenesi
Razão inconstante da evolução darwinista
Poesia da vida sob a pena simbolista de Florbela

Estrela de Cecília em noite de aquarela
Carisma em beleza, guarida e afã
Paz em caos, impossível não querê-la
Aventura de querela e mar de avelã

Estação paisagista na ópera de Wagner
Valkíria do Valhala, faz da Terra rara fantasia

ATEU POETA
3:34
10/07/2012

sábado, 7 de julho de 2012

CÉU EM CÍRCULOS



CÉU EM CÍRCULOS

O universo anda em círculos imprecisos
Eu circulo por aí e me perco no horizonte dos teus olhos preciosos
Faço do teu corpo dobraduras de cristal
Preciso urgentemente do teu calor natural

No logradouro do teu abraço me perco
Regaço que enlaça meu pobre coração adormecido
Teus beijos são loucuras de amor e libido
Pudor vira vapor entre quatro paredes

Quadro que esconde meu rosto da multidão
Oxente, teu corpo é corrente de onde a poesia flui
Contemplação, prazer e ardor no mesmo lugar
O céu da tua boca é o paraíso obtuso que preciso

Meus medos criam abismo entre nós
Ditames diáfanos de infindos nós a flutuar

ATEU POETA
16:25
07/07/2012

AGOREIOS DE FRENESI


AGOREIOS DE FRENESI

O que é a vida?
Poesia sem razão
Uma constelação em teus olhos
Lida de colibri sem freios

Constatação dolorida do presságio
Adágio sempre a caminho
Burburinho em tua boca de carmim
Desespero sem fim de um curto limite

Limítrofe liminar de si mesmo
A esmo de um naufragar
Agoreios de frenesi
 Esquecer de tudo para lembrar de ti em curvas

Minha mente turva anda feliz
Só importa o que o teu sorriso diz

ATEU POETA
12:37
07/07/2012

TUDO DANÇA



TUDO DANÇA

Tudo o que sobrará são resquícios de uma valsa universal
Balé cósmico industrial
Forró intergaláctico
Para sempre uma vaga lembrança

De uma dança qualquer
Por mais inteiro que formos
Somos meras metástases no forno à procura de calor
Da cura ou da loucura do amor

Essa ilusão possessiva em salsa
Que deixa agressivo o possuidor
Furor que cria carências permanentes
De saldo o preenchimento do vazio que nos sustenta

Saudade saúda o tango ausente
E dá sentido à sinfonia da vida

ATEU POETA
12:35
07/07/2012

sexta-feira, 6 de julho de 2012

FERA À SOLTA



FERA À SOLTA

A longa espera é quimera em meu coração
Nessa esfera azul e infinda
A flor mais linda reverbera na primavera do teu olhar
A virtualidade é lugar que alitera

A poesia é fera em mim que se solta
Pelo universo à solta
Dá a volta nas galáxias
Supera qualquer reviravolta

A ópera de Vivaldi transcende a Via Láctea
Matemática sonora que opera a mente mais insone
Teu corpo é canção de notas surreais
Frisson de amálgama em cada filamento neural

Tudo fica inverso
Nem sei mais o que é verdade e o que é verso

ATEU POETA
3:38
06/07/2012

quinta-feira, 5 de julho de 2012

UNIVERSO DE ARROZ




UNIVERSO DE ARROZ

Viver é simples relação a dois
A ilusão de um poeta sem depois
Universo de arroz numa sarjeta de aquarela
Os olhos dela longe de mim

A solidão de uma tarantela
Enfim, uma indagação sem resposta
Aposta que sempre se perde
Apóstata que nunca se acha

Muchacha que não se esquece
Soneto mais que imperfeito
Pensamento rarefeito que não aquece
Literatura que fenece à História

Verdade peremptória que não aparece
Compositor sem glória na oratória

ATEU POETA
1:55
05/07/2012

segunda-feira, 2 de julho de 2012

EXUMAÇÃO




EXUMAÇÃO

Até que a História se exume
Todos os heróis cairão do cume
Ao que tudo se resume?
Ao vaga-lume da satisfação

Nenhuma verdade sobrevive ao ocaso da ocasião
O bom bandido não assume o crime ao acaso
Nenhum lume ilumina a convenção
O convento convence o vento desse caso

Até o lúmen disse amém à amêndoa
A menor anedota adota oferenda
Doa a quem doer as correntes são potentes
Embora exista cerra e maçarico

Divagar de vagar, só pra quem é rico
O homem é uma miragem, por mais que seja Eurico

ATEU POETA
3:00
03/07/2012

O GRITO DE GOL




O GRITO DE GOL

Questionadores calados são vapores
Atores alados no asfalto
Um caça fere as janelas do planalto
Eleitores amarrados a favores de elite

A lei anula seus próprios caçadores
Nem os franco-atiradores barram a cachoeira
Escusas franquias à brasileira
Transgressores querem habeas-corpus

O euro não salva o ouro europeu
Onde o capitalismo escondeu o tesouro?
Ainda vive a lenda do Besouro
Afrodite engana os tolos fariseus

Futebol é o maior ópio do país
O povo grita e finge que é feliz

ATEU POETA
3:00
03/07/2012

LETÍCIA



LETÍCIA

Letícia let’s go
Vou para a pista
Meu impulso de artista é voar
Consagrar, nessa dança, o teu corpo de carícias

Ser malabarista que te encanta
Acalantar a tua linda poesia
Enquanto canta o teu desejo ardente
O teu sorriso ilumina uma estrela cadente

Do colibri à libido és o sonho que preciso
O jardim da beleza mais precisa
Mora em teus olhos azuis
Minha cruz é não gostar de blues

O vinho da paixão não veio
O víride no vidro desse chão terá freio?

ATEU POETA
8:07
02/07/2012

JOGO BOBO


JOGO BOBO

Se a vida é um jogo
Que seja roda de capoeira
Uma guria faceira levanta fogo
Voz não é mais que lareira

Há atroz algoz à foz afônica
Três estrelas no porão
O sol feroz é um lobo de algodão
Bêbado bobo

Alcorão, talvez
Alcatraz de alcatrão
Atrás do cão que não ladra mais
O ladrão é perspicaz

Conduz fascinação
Tem linhas e marionetes de antemão

ATEU POETA
7:45
02/07/2012


Ateu Poeta, O Historiador de Pacoti. Tema Simples. Tecnologia do Blogger.