Temer na cadeia Aécio na cadeia

Temer na cadeia Aécio na cadeia
Copiem e colem em seus perfis

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

O GRAMPO


O GRAMPO

Tá todo mundo no grampo
No grampo, no grampo
Há tanto terrorista
Comunista na lista

Terceiro-mundista
Anti-imperialista
Tá todo mundo no grampo
No grampo, no grampo

Quem pode confiar?
Há veneno no ar
E o meu caviar
Quem vai provar?

Tá todo mundo no grampo
No grampo, no grampo

Ateu Poeta
O QUESTIONADOR

28/12/2013

O MUNDO É UM VENTILADOR



O MUNDO É UM VENTILADOR

“Todas as coisas são possíveis para os que têm o coração livre da maldade” 

(Mestre dos Magos in: “Dungeons and Dragons”) 


Sou Geraldo Viramundo
Padre, soldado e ator
Louco político desarmado
Ladrão de rosas amado

Que luta contra opressor
Por ilusões quixotescas
Penetra nas festas grotescas
De mequetrefes de Minas

Mentecapto sem fuzil
Neste inapto Brasil
De grandes desavenças
Onde inocente vira infrator

Não importa quem vença
O mundo é um ventilador

Ateu Poeta
O QUESTIONADOR

27/12/2013

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

O TEMPORAL II

O TEMPORAL II

Olho para onde você não está
Carta ao mar
Sem âncora nem garrafa
Pescador sem tarrafa

Isca ou anzol
Cego ao sol
No arrebol do vendaval
E você não está

Na rua ou no bar
Nem na estrela longínqua
É à míngua procurar
Mesmo na lua

Um temporal decerto
O deserto é meu lar

Ateu Poeta
O QUESTIONADOR

27/12/2013

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

FILHO DE BIMBA


FILHO DE BIMBA

Ê, Ceará, Ceará
Que dança, que dança
Capoeira! (bis)
Eu sou filho de Bimba (6x)

Eu vou jogar, vou jogar
Essa luta, essa luta
É capoeira! (bis)
Eu sou filho de Bimba (6x)

Ê, Ceará, Ceará
Que dança, que dança
Capoeira! (bis)
Eu vou jogar, vou jogar

Essa luta, essa luta
É capoeira! (bis)

Ateu Poeta
O QUESTIONADOR

23/12/2013

domingo, 22 de dezembro de 2013

TREVAS TEMPORAIS


TREVAS TEMPORAIS

Dificultamos nossas vidas demais
Pra que tantos jogos?
Bóbus bobos banais
Abóboras, abóbodas, vitrais

Onde nenhuma princesa se esconde
Nem há conde com presas fatais
No horizonte do monte pra trás
Represas, prisões, tribunais

Gaiolas, galés, rituais
Argolas, correntes astrais
Traição traz caos
No cais

Tétricas trevas tribais
Paralelos elos temporais

Ateu Poeta
O QUESTIONADOR

23/12/2013

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

TROVAS E TROVÕES


TROVAS E TROVÕES

Um dia, guria 
A História será
Memórias de sonetos
Frenesi do Ceará

Em cada trova
Uma prova andará
De raios e trovões 
Pólvora em polvorosa

De diversos clarões
A prosa se perderá
Para o verso de momento
Elísio vento que aprova

A víride verve que vive
No controverso pensamento

Ateu Poeta
O QUESTIONADOR
19/12/2013

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

PLUMA E PONTE

PLUMA E PONTE

Amizade é voz que harmoniza a poesia
Melodia que envivece a foz
Alento atento
De perto e de longe

Cala e cria desertos
De monge
Música em alegro supremo
Largos lagos

E não miragem
Mas, carruagem dos sonhos
Em mundo risonhos mil
Ribalta a fio no monte

Horizonte abre o Queronte
Parceria, pluma e ponte

Ateu Poeta
O QUESTIONADOR
18/12/2013

DIAMANTE: CAP.5: CORAÇÃO DE PEDRA


DIAMANTE

CAP. 5: CORAÇÃO DE PEDRA

Com uma espada em punho, uma roupa branca com uma cruz vermelha no peito e nas costas, apareceu um vampiro careca cortando as cabeças dos basiliscos, sendo totalmente imune ao canto, mordida e olhar de cada uma das quimeras.

 Luïc intrigado com tudo aqui, pergunta:
_Como pode ser imune a tudo dos basiliscos?

_Eu sou um capadócio

_Vampiros não piram em açúcar. E você não aparenta ser tão dócil assim, mas um sacerdote feroz.

_Eu sou tão dócil quanto um brujah.

_As bruxas já foram extintas pelos inquisidores e cólera uma doença que não me afeta mais.

_Então, se prepare para a minha ira.

_Seu eu soubesse que você era do “Ira”, eu pediria um autógrafo.

_Eu vou autografar a sua sepultura, Luïc. Vou apagar a luz do seu olhar petulante.

_Eu nunca fui do “Sepultura”, mas curtia “Ultraje a Rigor”. Eu era violeiro em carreira solo.

_Pois neste solo você não mais correrá, seu irritante!

_Quero ver, playboy, se é tão bom quanto pensa.

_Não. Bom eu não sou, a bondade não sobreviveria neste mundo. O Universo Escuro não tem lugar para amadores.

_É? Obrigado por reconhecer o meu profissionalismo.

_Seus aforismos são tão infantis!

_Eu sei. Bem melhor que o seu âmago sombrio, tão senil quanto a própria existência, mais escuro que este universo. Seu peito jamais conheceu o berço da alegria. Sua jornada é mais fria que o zero absoluto e seu ímpeto tão bruto quanto o dragão Fafnir. Um coração de menir é o que lhe sustenta. Você serve e finge ser feliz, mas o seu semblante diz o que mais tenta esconder sob essa máscara cinza de um conde a fenecer.

_Mas é você que marcha sem saber para onde.

_Eu não tenho mais amigo, amor, abrigo, dinheiro, luxos ou canteiros. Agora eu sou jardineiro neste bosque de ervas daninhas. A noite é minha força nesta luta pela vida. Vocês me desafiaram, me deixaram sem saída. Serei o primeiro a conseguir matar o Vampiro Supremo, pois já não temo nada mais que o próprio medo, que transformo em ódio. Eu serei o remédio para mim mesmo. Nunca marchei à esmo.

O capadócio é atingido em cheio no peito pelo Questionador que constata haver uma pedra na ponta da espada de gelo ao invés do coração.

_Eu acertei, seu coração é de pedra.

_Sim. Agora, vejamos como é o seu.

O capadócio saca a espada da bainha e enfia também no coração do Poeta, mas, por sua vez, ali constata que só existia gelo.

_Você conhece também esse segredo dos vampiros?

_Não.

_Muitos tiram o coração, o substituindo por outra coisa, enquanto o guardam, geralmente
numa caixa de madeira bem escondida.

_Ah! Sim. Agora que você me contou não é mais um segredo. Eu transformei o meu em gelo quando senti meu sangue virar veneno. Modifiquei minhas presas para injetar todo o veneno no basilisco que eu havia congelado e ao fazer a diabler voltei a  ter esse veneno em mim.

_Então, está morrendo?

_Tudo está morrendo desde que esteja vivo._ Dito isso, mordeu o pescoço do inimigo injetando metade do seu veneno nele. _Você será o primeiro soldado do meu exército vampiresco.

Ateu Poeta
O QUESTIONADOR

18/12/2013

domingo, 15 de dezembro de 2013

VINTE VENTOS


VINTE VENTOS

Viver é um ato de rebeldia
Contra o nobre anoitecer
A tecer o dia
Em toda a desarmonia do sol

Frenesi
Fenecer
O futuro que aturo
Será o fiasco de todos

A sétima queda
 De Hórus e Seth
O terceiro olho
São os próprios filamentos neurais

Verdades aos vinte ventos
Já não canto mais

Ateu Poeta
O QUESTIONADOR

15/12/2013

DISTÂNCIA


DISTÂNCIA

É preciso distância
De amigos e inimigos
Para serdes por aqueles lembrado
E por estes esquecido

De modo que serás apunhalado
Com muito menor frequência
A melhor companhia perene
É feita por quem ignora

A tua identidade
E que nada sente
Em relação a ti
Ocupando o bastante

Com a própria vida
Só toma conta de si

Ateu Poeta
O QUESTIONADOR

15/12/2013

DIAMANTE: CAP4: LUÏC


DIAMANTE
CAP 4: LUÏC

Já no estômago, o Questionador transformou-se inteiramente no veneno e que seu sangue havia se transformador e aumentou a quantidade de liquidez substancialmente, tanto que o basilisco que era de 50 metros de largura e 100 de comprimento, passou a ser 1.000 de comprimento e 10.000 de largura. O veneno transformou-se completamente em gelo tão frio que congelou 9 dos 10 bilhões daquelas animais apocalípticos. 

O outro 1 bilhão se pôs em posição de ataque enquanto Questionador tinha novamente se transformado em um gangrel, só que inteiramente de gelo e usara o seu sangue venoso para matar aquele basilismo com uma mordida intensa, onde em seguida realizou a diabler, mas, não pode recuperar a visão.

Nisso, o gangrel de gelo pensou:
_Se eu não poderei vê-los, eles também não poderão me ver. _Deu um salto para fora da boca do basilisco gigantesco e já na cabeça deste, voou e concentrou todos os seus poderes magnéticos para sugar de volta toda a claridade que dera aquele universo, voltando assim a deixar toda a matéria brilhante de novo em matéria-escura.

Agora, passou a brilhar com a intensidade de uma estrela de primeira grandeza. Mas, seu corpo por baixo de toda a luz estava inteiramente composto por gelo superconcentrado de um modo que nem diamante seria capaz de cortar.

Todos os 1 bilhão de basiliscos que não estavam congelados ficaram cego e com isso, foram logo consumidos por Luïc, que era agora como o Questionador passaria a se denominar. Assumindo o controle dos outros basiliscos, preservando-lhes a sua forma congelada fez com que pudesse se mover sob o seu controle e os pôs a caçar todos os setitas, ravenos, assamitas, giovanis, nosferatus e brujahs que ainda existissem.

Montou-se no gelo do basilisco gigante e deu vida aquele gelo todo pronunciando a ordem para os reais: _Vão e matem todo setita, raveno, assamita, Giovani, nosferato e brujah que por ventura existir! E matem também tudo o que tentar evitar com que vocês façam isso.
Ateu Poeta
O QUESTIONADOR
Pacoti-Ceará

11/12/2013

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

VIDA CIGANA

VIDA CIGANA

É tão bacana desbravar as cidades
Mil tempestades moram dentro de mim
Nasci na gana sem grana dos mares
Os meus lares são detalhes sem fim

Ô, ô, ô, vida cigana
Na toscana estou tocando clarim
Ô, ô, ô, vida cigana
O meu deserto-nirvana é assim

Canto porque me encantam lugares
Só se engana quem não sabe seguir 
Não sei ao certo aonde ir
Mas, nessa noite eu quero me divertir

Ô, ô, ô, vida cigana
Eu vou dançar até o mundo sumir

Ateu Poeta
O QUESTIONADOR
Pacoti-Ceará, 11/12/2013

DIAMANTE CAP3: RAVENO


DIAMANTE
CAP.3: O RAVENO

À frente de Ateu Poeta, quando mesmo este pode voltar a enxergar havia um raveno montado em um tiranossauro que começou a falar:
_Então, você é o último dos questionadores e parece que acordou de todas as lobotomias e ilusões que criei para impedir você de chegar até aqui. Mas, seu cérebro sempre se regenerou.

_Que história é essa de eu ter sofrido lobotomia, Raveno? Será por isso que muitas vezes eu não sabia o que era verdade e ilusão?

_Na sua primeira luta contra Heitor você não iria entrar em como, mas eu dominei a mente de todos ali e trouxe você até este nosso mundo, onde realizamos uma cirurgia para apagar partes todo o seu passado, daí você não saberia quem é. Desse modo jamais chegaria aqui de novo.

_E como você sabia que eu chegaria a este universo escuro?
_Os malkavianos previram que você iria destruir nosso grande criador. Então, você era pra ter morrido várias vezes, mas entrou foi em coma e ficou congelado. Os malkavianos resolveram então eliminar todos os questionadores e os nosferatos que por algum motivo já sabiam do plano dos malkavianos e das suas razões atacaram você enquanto os demais questionadores lutavam contra os malkvianos.

_E o que aconteceu com os malkavianos e com os outros questionadores?

_Estão todos mortos. Você foi trazido pelos nosferatos para este universo onde eles fizeram mais uma outra lobotomia e depois tentaram fazer a diabler em você, mas daí você acordou e os eliminou. Novamente era para você estar morto.

_Ou seja; vocês me trazem aqui, tentam me matar e eu ainda sou o culpado, é isso?

_Você viria de um modo ou de outro. Eu vi como conquistou diversos cubos. Os malkavianos e os brujah capturaram você enquanto os toreadores destruíram todos os lobos que você criou, mataram seus filhos, mulheres, amantes, clones, amigos, seguidores, fãs e aliados. Você foi mandado para um universo paralelo onde alguns dos seus inimigos voltaram mais fortes, mas vocês descobriu de algum modo que aquele era um universos de ilusões e criou um mundo de questionadores.

_Como os questionadores conseguiram lutar contra vocês sem poderes?

_Isso nenhum de nós compreendeu e não era previsto, o fato é que alguns conseguiram dominar alguns malkavianos que levaram todos os brujahs e toreadores para aquela batalha até que só sobrasse um malkaviano contra um questionador. O questionador era tão forte que não pode ser controlado mentalmente e matou o malkaviano e só está morto por que na hora apareceu um assamita que lhe deu o toque da morte e depois realizou a diabler em todos os que haviam ali morrido, assim como os brujah tinham já feito com os seus aliados, Ateu.

_Se você está me contando isso, raveno, é porque já pensa que pode me matar.

_Sim. Eu tenho algo muito especial, uma quimera que os Gioanis e os Setitas trouxeram de volta das trevas e que conseguimos, junto com os assamitas, tornar mais mortal ainda e a multiplicamos, só por precaução.

Pois tragam elas para cá que sentirão a fúria do Questionador!

Dito isso, apareceram vários giovannis, setitas e assamitas de braços cruzados. Um assamita tomou-lhes a frente e disse:
_Venham para cá, filhos supremos de Seth!_ Ao terminar a frase apareceram 100 bilhões de basiliscos e todos os vampiros sumiram rapidamente do local.

_Droga! Basiliscos._ Antes de terminar a frase o Questionador estava cego novamente, mas, dessa vez já deveria ter morrido por que quem vê, ouve, sente o cheiro ou toca em um basilismo morre. O Questionador não morreu por estar muito forte, mas, logo em seguida os vampiros voltaram todos de uma vez e o morderam. Os giovanis, os setitas e raveno paralisaram sua mente enquanto todos os assamitas, isso era por volta de uns 100, aplicaram com todo o poder nele o golpe do toque mortal de modo que seu sangue inteiro virou veneno e ele caiu no chão sem ação nenhuma.

Um basilisco se aproximou e engoliu o Questionador, tentou mastiga-lo, mas não conseguiu por que seu corpo emanava raios muito fortes até pra um basilisco. Então, o engoliu por inteiro e de uma vez.
Ateu Poeta
O QUESTIONADOR
Pacoti-Ceará
11/12/2013



terça-feira, 10 de dezembro de 2013

NARCISO


NARCISO

Narciso morreu no rio
Como Ícaro ao sol
Em voo destemido
Frenesi garrido

O impulso é instinto sem amparo
Arrebol pelo qual
 O homem é consumido
A verdadeira tragédia

Não é adorar a si
Mas a comédia de não saber nadar
Afogar-se à margem da miragem
Para cada crista criou-se um deus

A sarcástica cripta
À mitra da própria imagem

Ateu Poeta
O QUESTIONADOR
Pacoti-Ceará
10/12/2013

domingo, 8 de dezembro de 2013

MÚSICA, HISTÓRIA E POESIA


MÚSICA, HISTÓRIA E POESIA


É impossível ser feliz sem melodia
A música é o âmago da poesia
E esta retriz da fantasia
A outra perna do tripé é a História

Por que traz além de guerras e glórias
A paz que apraz quem tem identidade
Não só o sujeito
Mas a sociedade

Raiz etimológica e etnológica da questão
Que seria das ciências sem a Historiografia?
Quem não canta, se encanta ou recorda
Está preso na vida por uma corda sem cor

É vegetal de rancor
Não tem coração

Ateu Poeta
O QUESTIONADOR

08/12/2013

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

DIAMANTE: CAP.2: O PRÍNCIPE

DIAMANTE
Cap.2: O PRÍNCIPE


                Saem vários tipos de vampiros mas a maioria esmagadora de nosferatus, e não é de se estranhar por que eles são os mais inteligentes. Vários exércitos atacam juntos, mas Ateu Poeta nem se preocupa e congela todos de uma vez, seguindo de diabler em diabler até chegar a uma porta. Ali existia um castelo de antimatéria.

                _Talvez aqui se esconda o príncipe de algum grande clã.

                _É muita audácia sua entrar aqui._ Fala um dos seguranças do castelo.

                _Pode ser. Mas, o que eu teria a temer se vocês vão mesmo me atacar? Venham logo!

                Uma força puxava o questionador escada acima sem que ele tivesse como se sair. Nem mesmo em nuvem conseguia se transformar. Não conseguia congelar, incendiar, nem soltar raios. Suas unhas retráteis voltaram ao tamanho inicial, seus cabelos encolheram, suas presas se desfizeram, os olhos voltaram ao tamanho original; já não enxergava nada ali.

                _Que droga! Eu sou um deus! Você vão se arrepender disso!

                _Você se encontra diante do prícipe da antimatéria. Não há como me vencer. Conforme-se.

                _Mas, eu sou um deus, filho de Tupã e Iansã. Já vocês são vampiros, filhos de Caim. Se um deus criou vocês outro irá destruí-los.

                _Vejo que a sua memória está se recuperando, questionador. Você não lembra por onde esteve antes de cada como em que entrou por completo por que vários vampiros fizeram lobotomias em você. Mas, se engana se acha que somos raça inferior. Os filhos de Caim já foram mortos, mas os que existem nessa matéria escura são os primeiros serem do grande universo.

                _Eu não estou certo se é universo ou multiversos, pois eu conquistei muitos universos em muitos cubos-mágicos-automáticos.

                _Eu sei disso, Amadeu. Inclusive a redoma que protegia os questionadores fui eu quem criou por que era um modo de trazer todos vocês aqui e eliminar um por um.

                _E pra quê um ser tão poderoso como você iria se preocupar com a gente?

                _Lembra do Sísifo? Um único homem pode fazer com que todos os deuses, titãs e superdeuses brigassem entre si de uma vez. Vocês destruíram aquele universo, e você sozinho saiu destruindo todos os exércitos pela frente. Você é uma praga da natureza. Não me admira que tenha sido deputado federal.

                _Fui isso e muito mais. Reneguei todo o meu passado pôs estamos cá em um universo paralelo que nem sei quem criou.

                _Sem essa de criador, Amadeu. A primeira coisa que existiu com vida foi um o vampiro da matéria escura que por um milhão de anos não teve consciência cognata. Mas, sua inteligência foi crescendo na medida em que ele cravava suas presas em alguma coisa. Ele dividiu cada universo, organizou cada cubo-mágico-automático, criou os superdeuses, que por sua vez criaram os deuses e estes criaram seres vivos de categoria inferior. Muitos se voltaram para um pequeno planeta, a sua antiga morada, e criaram vários povos, lendas, céus, infernos com seus próprios sistemas de escravidão.

                _Quer dizer que na verdade cada ser vivo leva um pouco do D.N.A. vampírico?

                _Sim. Mas os vampiros que você conhece são os vampiros inferiores, exceto esses que você conseguiu matar aqui. Você pôde constatar que são bem mais poderosos que os deuses que você enfrentou.

                _E você quem é?

                _Eu sou um dos príncipes supremos. Assim como esse castelo e quem está nele, sou feito de antimatéria. Mas, agora chega de falar. Você vai ser eliminado.

                Ateu Poeta sente que voltou a ser humano normal, como fora antes de despertar seus poderes. Mas, não tinha mais face, nem olhos, ouvido boca e perdera todos os cinco sentidos.

                _Ah, cretino _pensou _ E agora? _ Ateu Poeta sentou-se no chão como um budista, pôs as mãos juntas como se orasse. Concentrou toda sua força no punho direito e deu um soco bem forte no chão. O castelo inteiro vibrou e todos dentro dele caíram, inclusive o príncipe.  

                A mão do poeta sangrava, mas ele não podia sentir, nem ver e nem ouvir, então continuou socando e socando agora com as duas mãos e em velocidade cada vez maior. A sua visão voltou por um segundo, o instante suficiente para decorar conde o príncipe estava.

                Logo, Ateu Poeta correu em na direção do príncipe numa velocidade espantosa e lhe desferiu um soco no rosto que o lançou contra a parede. A parede quebrou com o impacto e Ateu Poeta voltou a ser um gangrel.

                _Hora de clarear de vez este universo de matéria escura!_ Ateu Poeta concentrou todo o seu poder na mão direita e atravessou a barriga do príncipe com um soco. Por sua vez o príncipe explodiu.

                Com isso, Ateu Poeta fora jogado para fora do castelo. Todos os vampiros que trabalhavam no castelo morreram sem seu mestre por causa do pacto de sangue que fizeram e quando o castelo em si explodiu um grande clarão se espalhou e tornou toda a matéria escura em matéria brilhante. Todos caíram no chão com dor nos olhos pela enorme claridade que se fixou na matéria escura.

Ateu Poeta
O QUESTIONADOR

03/11/2013