Temer na cadeia Aécio na cadeia

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Copiem e colem em seus perfis

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

DIAMANTE: CAP.2: O PRÍNCIPE

DIAMANTE
Cap.2: O PRÍNCIPE


                Saem vários tipos de vampiros mas a maioria esmagadora de nosferatus, e não é de se estranhar por que eles são os mais inteligentes. Vários exércitos atacam juntos, mas Ateu Poeta nem se preocupa e congela todos de uma vez, seguindo de diabler em diabler até chegar a uma porta. Ali existia um castelo de antimatéria.

                _Talvez aqui se esconda o príncipe de algum grande clã.

                _É muita audácia sua entrar aqui._ Fala um dos seguranças do castelo.

                _Pode ser. Mas, o que eu teria a temer se vocês vão mesmo me atacar? Venham logo!

                Uma força puxava o questionador escada acima sem que ele tivesse como se sair. Nem mesmo em nuvem conseguia se transformar. Não conseguia congelar, incendiar, nem soltar raios. Suas unhas retráteis voltaram ao tamanho inicial, seus cabelos encolheram, suas presas se desfizeram, os olhos voltaram ao tamanho original; já não enxergava nada ali.

                _Que droga! Eu sou um deus! Você vão se arrepender disso!

                _Você se encontra diante do prícipe da antimatéria. Não há como me vencer. Conforme-se.

                _Mas, eu sou um deus, filho de Tupã e Iansã. Já vocês são vampiros, filhos de Caim. Se um deus criou vocês outro irá destruí-los.

                _Vejo que a sua memória está se recuperando, questionador. Você não lembra por onde esteve antes de cada como em que entrou por completo por que vários vampiros fizeram lobotomias em você. Mas, se engana se acha que somos raça inferior. Os filhos de Caim já foram mortos, mas os que existem nessa matéria escura são os primeiros serem do grande universo.

                _Eu não estou certo se é universo ou multiversos, pois eu conquistei muitos universos em muitos cubos-mágicos-automáticos.

                _Eu sei disso, Amadeu. Inclusive a redoma que protegia os questionadores fui eu quem criou por que era um modo de trazer todos vocês aqui e eliminar um por um.

                _E pra quê um ser tão poderoso como você iria se preocupar com a gente?

                _Lembra do Sísifo? Um único homem pode fazer com que todos os deuses, titãs e superdeuses brigassem entre si de uma vez. Vocês destruíram aquele universo, e você sozinho saiu destruindo todos os exércitos pela frente. Você é uma praga da natureza. Não me admira que tenha sido deputado federal.

                _Fui isso e muito mais. Reneguei todo o meu passado pôs estamos cá em um universo paralelo que nem sei quem criou.

                _Sem essa de criador, Amadeu. A primeira coisa que existiu com vida foi um o vampiro da matéria escura que por um milhão de anos não teve consciência cognata. Mas, sua inteligência foi crescendo na medida em que ele cravava suas presas em alguma coisa. Ele dividiu cada universo, organizou cada cubo-mágico-automático, criou os superdeuses, que por sua vez criaram os deuses e estes criaram seres vivos de categoria inferior. Muitos se voltaram para um pequeno planeta, a sua antiga morada, e criaram vários povos, lendas, céus, infernos com seus próprios sistemas de escravidão.

                _Quer dizer que na verdade cada ser vivo leva um pouco do D.N.A. vampírico?

                _Sim. Mas os vampiros que você conhece são os vampiros inferiores, exceto esses que você conseguiu matar aqui. Você pôde constatar que são bem mais poderosos que os deuses que você enfrentou.

                _E você quem é?

                _Eu sou um dos príncipes supremos. Assim como esse castelo e quem está nele, sou feito de antimatéria. Mas, agora chega de falar. Você vai ser eliminado.

                Ateu Poeta sente que voltou a ser humano normal, como fora antes de despertar seus poderes. Mas, não tinha mais face, nem olhos, ouvido boca e perdera todos os cinco sentidos.

                _Ah, cretino _pensou _ E agora? _ Ateu Poeta sentou-se no chão como um budista, pôs as mãos juntas como se orasse. Concentrou toda sua força no punho direito e deu um soco bem forte no chão. O castelo inteiro vibrou e todos dentro dele caíram, inclusive o príncipe.  

                A mão do poeta sangrava, mas ele não podia sentir, nem ver e nem ouvir, então continuou socando e socando agora com as duas mãos e em velocidade cada vez maior. A sua visão voltou por um segundo, o instante suficiente para decorar conde o príncipe estava.

                Logo, Ateu Poeta correu em na direção do príncipe numa velocidade espantosa e lhe desferiu um soco no rosto que o lançou contra a parede. A parede quebrou com o impacto e Ateu Poeta voltou a ser um gangrel.

                _Hora de clarear de vez este universo de matéria escura!_ Ateu Poeta concentrou todo o seu poder na mão direita e atravessou a barriga do príncipe com um soco. Por sua vez o príncipe explodiu.

                Com isso, Ateu Poeta fora jogado para fora do castelo. Todos os vampiros que trabalhavam no castelo morreram sem seu mestre por causa do pacto de sangue que fizeram e quando o castelo em si explodiu um grande clarão se espalhou e tornou toda a matéria escura em matéria brilhante. Todos caíram no chão com dor nos olhos pela enorme claridade que se fixou na matéria escura.

Ateu Poeta
O QUESTIONADOR

03/11/2013