Temer na cadeia Aécio na cadeia

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Copiem e colem em seus perfis

domingo, 1 de dezembro de 2013

DIAMANTE

DIAMANTE

CAP1: A NOITE DOS NOSFERATUS

Ateu Poeta, um dos questionadores fugitivos das batalhas universais atrás da redoma que os protege, não entende como a própria redoma funciona. Seu cérebro não consegue lidar com tantas informações de batalhas intermináveis, universos paralelos. Não tem certeza se de fato estivera louco algum dia ou se simplesmente rompera alguma barreira para mais algum dos multiversos que conquistara.

Deseja saber a verdade sobre tudo o que existe, mas tem medo de voltar a enfrentar aqueles deuses lá fora, principalmente agora que está sem poder algum. Na verdade, nem sabe se algum dia teve de fato poderes ou se o povo lá fora são mesmo deuses atrás de dominá-los ou se Sírio é simplesmente um bandido comum igual a todos os outros.

O que mais lhe mata é não ter nenhum livro à mão. Quem consegue ser um bom questionador sem livros? Mas, enquanto pensava sente uma forte dor no pescoço e tenta acender a luz, contudo a energia parece ter faltado, então, abre bem os olhos e vê vários homens de terno e gravata, chapéu, todos carecas, parecendo uma espécie de zumbi.

_O quê? 

Ao botas a mão no pescoço havia um par de dentes lá que ele arranca de supetão e um grito de dor se estende do homem que perdera os dentes. Não, não eram dentes comuns; eram presas de vampiro.

_Nosferatus aqui? 

Quando olha novamente ao redor os vampiros pulam sobre ele e mordem todo o seu corpo e sugam-lhe o sangue com uma sede de quem viveu na seca do 15.

_Será o meu fim?

Aquilo lhe deu uma fúria imensa e quando já com menos de um quarto de sangue em seu corpo todos os seus músculos se enrijecem a ponto de quebrar todas as presas que o mordiam. E todos os vampiros esporram sangue pela boca.

Os olhos do Ateu Poeta crescem e se avermelham de vez, suas unhas ficam com 3 centímetros, seus cabelos de repente estão abaixo dos ombros e um grande uivo solta para a lua. Dois pares de presas se apresentam com uma fome imensa, mas os nosferatus não param de vir saltar sobre ele. Um deles o faz paralisar e novamente o poeta fica coberto de vampiros sobre si quando uma nuvem se forma e ele some.

De repente a nuvem se condensa em um lobo branco e feroz que salta sobre um dos nosferatus e o devora por completo, ou na linguagem vampiresca, realizou a diabler. Alguns nosferatus fogem outros partem para cima do lobo que só cresce e ora se funde ao chão e sai em outro lugar, ora vira nova nuvem e volta aparece um gangrel com a força quintuplicada e com o poder de fazer todos prestarem atenção nele.

Um dos nosferatus fala: _Você é o ultimo dos questionadores. Todos os outros nós eliminamos. E saiba que enquanto vocês dormiam os deuses jogaram sua ilha na parte do universo que tem matéria escura e antimatéria. Mesmo que nos mate você jamais poderá sobreviver entre as criaturas supremas da noite.

_Sei. Mas você é que será o próximo a morrer.

_Não com tanta presa, Ateu Poeta. _O gangrel o faz paralisar no ar e morde seu pescoço para realizar com ele a diabler._ Pronto, agora você não existe mais, questionador de araque!

Nesse momento uma tempestade enorme se forma e um raio parte o corpo do nosferatu ao meio. Vários raios caem seguidos no mesmo lugar até que um homem se faça dos raios e novamente Ateu Poeta está de pé e mais forte do que nunca.

_ O que dizia?_ Fala o poeta antes de devorar o que sobrara do nosferatu e beber-lhe todo o sangue.

A redoma se quebra por completo e Ateu Poeta vê que o nosferatu falara a verdade sobre estarem no lugar onde o universo é repleto de matéria escura e anti-matéria. 

_Podem vir, nosferatus! Eu vejo muito bem no escuro.

Ateu Poeta
02/12/2013