sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

SERPENTES DO CAOS

SERPENTES DO CAOS
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Ínfimas mentes, infindas megalópoles
Serenas serpentes do caos
Não quero que você preencha nada
Deixe o meu vazio em paz

Repentes reverberam no oxigênio
Hipérboles hipócritas de criogenia
Imponentes exponenciais
No chicote está o brio do capataz

O coite é mais veloz que a gaivota
A lorota da raposa aqui jaz
E se Adão mentiu como um ladrão?
Se seu deus era Smaug, o dragão?

O inimigo trai quem lhe deu a mão
É perdido abrigo para escorpião

Ateu Poeta
19/12/2014
Ateu Poeta, O Historiador de Pacoti. Tema Simples. Tecnologia do Blogger.