domingo, 25 de janeiro de 2015

ÂNCORA DE MAÇÃ

ÂNCORA DE MAÇÃ

Em tua boca a noite é maçã
Pela manhã uma sede me invade
Somente a felicidade sacia
O tempo não faz sentido

Afã e afinco num mar de avelã
Minha pele de zinco
Deixa passar frio e calor
Um rio perene que escoa

Cada escolha transborda e ecoa
Paz, caos e libido
Esse silêncio traz um trágico estampido
Quando a saudade grita o teu nome

Passarinhos cantam poesia na aurora
Agora a verve da vida em meu peito se ancora

Ateu Poeta
26/01/2015
Ateu Poeta, O Historiador de Pacoti. Tema Simples. Tecnologia do Blogger.