Temer na cadeia Aécio na cadeia

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Copiem e colem em seus perfis

sábado, 7 de fevereiro de 2015

CÁLAMO DE PODRIDÕES

CÁLAMO DE PODRIDÕES

Estilhaços
Os meus passos já não passam mais
Em cartaz está a trama do herói
A sua própria Alcatraz

Jazz que jaz ao blues escarlate
O céu explode numa ode azul
Assim, equinoide e sem pirâmide
Lâminas leves lambem labaredas

As cartas cortam a mesa
Quebram represas
Repreendem ilusões
As canções agora calam

O cálamo só compõe podridões
Para onde caminham as próximas gerações?

Ateu Poeta
07/02/2015