domingo, 14 de junho de 2015

TEMPESTADE NO CAIS

TEMPESTADE NO CAIS

Insanidade no caos
Psicopatas piram em pátrias patriarcais
Enquanto os loucos morrem de febre e afã
Vampiros mordem e sugam a doce luz da manhã

Lobisomens agora moram no dia e na noite
A nossa vida não se a primora
É mero mel de açoite
Com esmero em tempero de amora

A humanidade se perde em lazer
E no bélico bel prazer
Em vez de fazer o melhor
Para sobreviver

Refrão:
Ah, ah, ah, ah, há tempestade no cais
A sede de sangue desta Terra não acaba jamais
(bis)

Ateu Poeta
14/06/2015
Ateu Poeta, O Historiador de Pacoti. Tema Simples. Tecnologia do Blogger.