Temer na cadeia Aécio na cadeia

Temer na cadeia Aécio na cadeia
Copiem e colem em seus perfis

domingo, 30 de outubro de 2016

BEM CONVIVER

BEM CONVIVER

Chega de sonhar acordado
Eu não preciso sonhar
O que preciso é viver
Com ou sem você

Todo vício deve ser superado
Se quiser me acompanhar
É só aparecer
Não prometo Sol nem chuva

Nem uma grande fortuna
A riqueza do mundo
Se chama prazer
Talvez a felicidade

Seja estabilidade
E o bem conviver

Ateu Poeta
30/10/2016

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

LINDA FEITO AMAR

LINDA FEITO AMAR

Linda de se ver
Linda feito amar
Só me faz sofrer
E ao Sol corar

Pescoços se contorcem
Pela rua
Sem parar
Sua beleza nua

Perfuma o ar
Desiderata fascinação
Perfeição que mata
No seio da paixão

Sedução inata
Sob sua luz
O céu vai desaguar
A mata enverdecer

E a Lua sangrar
Os esses do seu corpo
Fenecem meu juízo
Já enlouqueci

Em cada contorno
Desse seu sorriso
O Universo todo
Agora é só um verso

Ao seu bel prazer
Corações a acelerar
Vulcões a renascer
Na tempestade solar do seu ser

Devolva o meu coração
Em canção ou poesia
Com ou sem refrão
Serenata ou sinfonia

O tempo já passou
O mundo não para mais
Nem sei mais quem sou
Mero marujo sem cais

Ateu Poeta
27/10/2016

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

A REPÚBLICA DOS RATOS

A REPÚBLICA DOS RATOS

Estamos sob fogo cruzado
E sem guia nessa escuridão
As balas saem de todos os lados
Tudo atrelado à torta opinião

Não tem como não escolher um lado
Sendo esmagado por mais uma lei ilegal
Quem nos governa além de estupidez
Ostenta a suprema face do mal

De golpe em golpe
A liberdade a galope
Perde-se-á em veloz gole tenaz
Temer-se-á apenas o próprio medo

O jeito é não render-se jamais
A luta se fará enquanto é cedo
Porque depois torna-se-á banal
Quando for tarde demais

Estudantes ocupam milhares de escolas
Dando exemplo de conscientização
Democracia não se faz dando esmolas
Nem cheirando cola com a miséria na mão

A fome já bateu na sacola
A morte chamar-se-á PEC 241
Sem a menor sombra de sorte
Ou de norte para brasileiro algum

Batuquem o quanto puderem
O Vampiro é inimigo do sol
Que nasce para todos
Do ocaso fazer-se-à arrebol

Vamos combater a hipocrisia
Não à escola sem partido
Não à grande recessão
Precisamos de investimentos

Em saúde e em educação
Não à reforma fraudulenta
Deformadora do Ensino Médio nacional
A nossa justiça é injusta, comprada e lenta

Violenta: prende inocentes e aos  culpados inocenta
Moro, Cunha, Temer, Calheiros
Merecem muitos anos de prisão
Pois rasgam sem dó a nossa Constituição

Cada um deles será para sempre rival
O povo contra a Midiocracia
Uma hora deve se rebelar
Porque a pressão nos grilhões irá aumentar

O Brasil virou a República dos Ratos
Eles não cansam de surpreender
Desde ator pornô
Até a Máfia no poder

Ministério do Queijo Suíço
Dinheiro em paraísos fiscais
Fatiam os nossos direitos
Direitistas, fascistas radicais

Qual deles não está na lista
Do roubo da merenda ao tráfico de drogas?
Rogar-se-á para as religiões
Qual será o mais vigarista?

Para isso há que fazer eleição
Mas, sob ditadura “intervencionista”
A urna nuca terá razão
Artistas cantam contra os traidores

Patos, coxinhas, globistas e infratores
Raposas, coiotes, lobistas
Com rabo preso
Nenhum tucano engaiolado

PMDB aposta na privataria
Daqui a pouco vendem as estatais
Universidades públicas fecharão
Filho de pobre doutor? Nunca mais!

Os golpistas querem o Brasil quebrado
O caos é o seu cais
Cada um com seu avião
Cada vez mais desiguais

Ateu Poeta
26/10/2016

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

MICHEL TEMER NA PRISÃO

MICHEL TEMER NA PRISÃO

Você quer mais saúde
E mais educação?
Primeiro é preciso
Botar Temer na prisão!

Quer ver o Brasil
Sair da depressão?
Primeiro é preciso
Botar Temer na prisão!

Quer ver todo mundo
Fazendo boa refeição?
Primeiro é preciso
Botar Temer na prisão!

Quer ver o pobre
Andar de avião?
Primeiro é preciso
Botar Temer na prisão!

Para o voto valer
Na Constituição
Primeiro é preciso
Botar Temer na prisão!

Para evitar vinte anos
De suprema recessão
Primeiro é preciso
Botar Temer na prisão!

Para o Brasil ser respeitado
Como grande nação
Primeiro é preciso
Botar Temer na prisão!

Para acabar esse golpe
E desfazer essa armação
Primeiro é preciso
Botar Temer na prisão!

Chega de tanta truculência
Sobre o cidadão!
Primeiro é preciso
Botar Temer na prisão!

Para diminuir as fraudes
E toda a perseguição
Primeiro é preciso
Botar Temer na prisão!

Para o Cunha delatar
Sem nenhuma restrição
Primeiro é preciso
Botar Temer na prisão!

Para o Moro prender
Algum tucanalhão
Primeiro é preciso
Botar Temer na prisão!

Para o Japonês e o Lenhador
Ir cada um lamber sabão
Primeiro é preciso
Botar Temer na prisão!

Para a Globo sofrer
A merecida punição
Primeiro é preciso
Botar Temer na prisão!

Para a Veja largar mão
Da falsificação
Primeiro é preciso
Botar Temer na prisão!

Para a grande mídia não cuspir
O seu fogo de dragão
Primeiro é preciso
Botar Temer na prisão!

Primeiro é preciso
Botar Temer na prisão!
Primeiro é preciso
Botar Temer na prisão!

Ateu Poeta
25/10/2016

VERDADE CONTRA O VENTO

VERDADE CONTRA O VENTO

A honestidade é quase um mito
Eu fico aflito com esta canção
Impera sempre a lei do grito
Não importam quais os amperes da razão

A porta do ringue está sempre aberta
Principalmente para quem não sabe lutar
A vida se apresenta para te bater
Jamais para apanhar

O importante é o que se reverbera
E não o que a verdade alitera
Por estar em fragmentos
Aí vão em bora os elementos

Contra o vento é perigoso sonhar
Todos procuram nunca ter tempo
Perdendo até o que não têm
Porque dignidade é morrer estressado

Marasmo é o mar de quem perdeu o trem
A obsolescência só corrobora
Com a corrupção que aos pulos se aprimora
E não mora só em Brasília

Porque todo homem é uma ilha
A tempestade vai e vem
Cedo ou tarde
A sorte só existe ao se esquecer alguém

Ateu Poeta
24/10/2016

domingo, 23 de outubro de 2016

BATALHAS DESCABIDAS

BATALHAS DESCABIDAS

Enquanto a mídia vende cerveja
Crianças se matam com depressão
E você me vem com essa oração
A Síria não consegue descansar em paz

Que Deus é esse que ninguém vê
Mas que mata todo mundo
Até sem querer
Em mísseis federais?

O petróleo
O dinheiro
Capitalismo
Ou sei lá o que

São bombas do terror
Religiosamente fenomenais
Criando rios de sangue
Do nunca mais

Carnificina pavorosa
Em polvorosa
Cenário assustador
Até Caronte se benze e fala:_ aqui jaz!

Aqui jaz, aqui jaz toda a ilusão
Aqui jaz, toda a glória
Todo o jargão
Já não há lágrimas

Já não há mais
Nada
Só destruição
E aqui jaz

Quais os sonhos daquele filho?
Quais os sonhos daquele pai?
A poeira se apoderou
De todo o ritual

Cemitério a céu aberto
Mesmo o condor se assustou
E cantou como o sabiá
O beija-flor já nem lembra da rosa de Hiroshima

A rima já nem cabe no computador
É tudo tão virtual
Tragédia grega
Abissal

Porque que tem que ser tão real?
Será que ainda existe humanidade
Em cada besta dentro de cada um de nós?
Ou somos nós desgarrados agarrados no caos?

Tanta sujeira no senado
Na Câmara de gaz
O meu peito feriu
Ouço a sombra de abril

O brio que falta
É tão forte
Sem norte
E tão frio

É tudo tão febril
Que o meu perfeccionismo
Com ar de cinismo se esfacela
Os que merecem cela raramente têm

Os demais nascem destinados
Às galés
A Idade das Trevas
Cutuca os meu pés

Correntes macabras da destruição
Fluxo profundo
O mundo é um vulcão
Entra em erupção a cada três segundos

Júlio Verne, me diga
É este o meu mundo?
Será tudo isso é verdade?
A loucura já virou razão?

Porque a razão agora é insanidade
Drogas se espalham pela cidade
Um golpe perfura o seio do Brasil
Coquetel molotov acendendo o pavio

A vaidade manda e a lei obedece
Enquanto a aranha na areia tece
O lírio cresce
Mas o lirismo fenece

A guerra é um delírio marcial
A corte, o corte, comercial
Estatísticas nas mentes psicopatas
Que querem dominar o mundo

com sua negras gravatas
Forjando falsas serenas
A lavagem-cerebral já não me deixa pensar
Raul Seixas a sorrir e cantar

Arco-íris em ação
Radar rondando, rotação
Nenhum diamante vale tantas vidas
Batalhas tolas, descabidas

Tão dura é a lida desses civis
Nem chegará a ser lida
Já que a História é sempre mal contada
Muitos vezes retalhada

Como um quadro de Picasso
O que Rubens escreveria nesta cena dantesca?
Dali se comoveria?
Delacroix pegaria novamente no mosquete?

Enquanto estudantes levam bala e porrete
Eu quero um foguete para morar em Marte
Porque por toda a parte
Nada há de inteiro

Só importa o dinheiro
Essa ganância
Intolerância
Desde Seth tudo só se repete

Arranca um olho daqui
Arranca um olho de lá
Segando a educação
Cegando as mentes

Dementes no comando
Apertando botões
Produzindo decretos secretos demais
Espionagem grampeada em níveis astrais

Desastres teatrais
A crise é eterna
Seja na Lua, na Rua ou na Terra
Porque a cara do homem é dizer que erra

Ateu Poeta
24/10/2016

sábado, 22 de outubro de 2016

ESFINGE

ESFINGE

Dá bola
Faz charme
Manda seu olhar sedutor
Em seguida finge que me esqueceu

Esnoba
E diz que não quer mais
Mas, agora que estou em outra  
Vem correndo atrás

Qual é a sua?
Muda mais de fase
Do que a Lua
Qual é a sua?

Já deu, já deu!
Agora quem não quer sou eu

Ateu Poeta
22/10/2016

A poesia é a sinfonia que aquece mente corpo e coração. Ateu Poeta 22/10/2016

http://ateupoeta.blogspot.com.br/2016/10/a-poesia-e-sinfonia-que-aquece-mente.html
A poesia é a sinfonia que aquece mente corpo e coração
Ateu Poeta
22/10/2016

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

A IDEIA

A IDEIA

A erva
 A Matriz
E a caverna
É tudo da mesma madeira

De lei
O coelho sai da cartola
De novo o mesmo sonho eu sonhei
Outra vez me hipnotizei pelo teu olhar

Se foi delírio
Ou paixão
Nunca saberei
A mesma ilusão a me acorrentar

A ideia fere, ferra e liberta
Mas, qual a errada e qual a certa?

Ateu Poeta
20/10/2016

terça-feira, 18 de outubro de 2016

MEDO, ÓDIO E TERROR

http://ateupoeta.blogspot.com.br/2016/10/medo-odio-e-terror.html
MEDO, ÓDIO E TERROR

Quem transforma medo em raiva reage atacando, quem deixa ela virar terror foge, morre de algum espasmo ou paralisa.

O que se esquece com frequência é que o último estágio do terror é o ódio e que quem odeia age de todas as formas para destruir a coisa odiada, seja ela o que for, porque talvez instintivamente sente como se não tivesse nada a perder e, justamente por, isso é capaz de tudo.

Plantar terror é colher a própria destruição, assim como aconteceu aos assírios, egípcios e romanos. Até porque muita gente, talvez evolutivamente, transforma o medo diretamente em ódio, pulando a parte do terror, para não morrer de espasmo.

Ateu Poeta
18/10/2016

domingo, 16 de outubro de 2016

SOBRE PEDRAS E VENTOS

SOBRE PEDRAS E VENTOS

Desmerecer tuas dores
Não te dará poder
Mas quem não tem conhecimento de causa
Arranja pausa

Cria falsos argumentos
Para o fazer
Não, não é o melhor caminho
Jogar espinhos para te perfurar

A coroa deles ainda é uma imbecilidade
A arbitrariedade é um redemoinho
Nem tudo é questão de colarinho
Não adianta querer cura para o que não tem

O desdém não faz criar asas
Sair de casa e dizer amém
Só aumenta o trem
Eterna monstruosidade

A ociosidade às vezes faz bem
Em que outro momento se cria belas-artes?
Que faz parte do que todos
Querem bem

Mesmo se dizendo completamente brutais
Até as pedras sofrem com o distúrbio dos ventos
Nem tudo o tempo irá sanar
Porque mesmo ele é só abstração

Uma apropriação humana
Para fazer do universo
Verso, reverso, diverso
E mucama

Mas ele não é dama de ninguém
E sim xadrez de si mesmo
Complexo, auto-reflexo, anexo
Sujeito individual e sem nexo

Ateu Poeta
16/10/2016

A ARTE DO CONTRADITÓRIO


A maioria das coisas que a gente diz acaba sendo entendida ao contrário; então, partindo dessa perspectiva, eu imagino que os filósofos da antiguidade já sabiam disso e criavam contraditos propositais já que a confusão viria por que não criá-la logo de início para que através dela algum dia um desses seguidores viesse a encontrar o caminho da luz justamente por ter sido jogado na escuridão?

Até porque se você puser mentem muito fracas perto demais da luz elas irão cegar em vez se se fortalecer. Primeiro se tem que fortificá-las aos poucos para que em um futuro próximos elas possam até criar sua própria luz. 

Na prática é mais importante pensar por si do que seguir.

Aroldo Historiador 
16/10/2016

terça-feira, 11 de outubro de 2016

QUEM PAGA O PATO?

QUEM PAGA O PATO?   

Lá vai o pato
Na avenida a protestar
São vinte anos
Para poder se lascar
 
O pato pateta
Para fazer eco
De amarelinho
Saiu do boteco
 
Apoiou estrangeiro
Feito um otário
Agora aguenta o coice
Do milionário
 
Quem comeu dinheiro
Levou-lhe no papo
Agora vá para a feira
Compra um farrapo
 
Caiu de trouxa
Aplaudindo a Marcela
Não faz mais alvoroço
Batendo panela
 
Qua qua qua qua
 
Quem paga o pato?
Pato aqui, pato acolá
Quem paga o pato?
Quando o Brasil quebrar?
 
A educação e a a saúde
Aonde é que está?
E o Michel Temer
Agora faz ha-ha-ha-ha
 
Cadê os patos?
O manifesto 
Onde é que está?
E suas musas nuas
 
Presas e expulsas 
Da avenida a dançar
A musa é linda 
Na manifestação
 
Mais lindo mesmo está
O preço do feijão
Vá lá de novo
Babar ovo de ladrão!
 
Qua qua qua qua
 
Ateu Poeta
12/10/2016

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

A CAVERNA DA DESNATURALIZAÇÃO

A CAVERNA DA DESNATURALIZAÇÃO

Tudo o que é natural ainda é transformado
Em pecado
O homem é um animal tolo
Muito mais que desnaturado

Ensina-se a sofrer
Vive para ter dor
Para não querer o que é preciso
E aprende a depender do impreciso

Somos a espécie do vício
É isso o que nos mantém
Porque sabemos que a vida é um abismo
E isso convence mas não nos convém

Não aprendemos a viver bem
Poucos são sábios por si
Que se ensinam a ter prazer
Aprendem a resistir

E sabem de fato viver
Eu sou desnaturalizado
Meu grande mestre é a televisão
Seguido de perto por livros

E amigos, virtuais ou não
Aprendi a ler sozinho
Detectei a minha falta de atenção
O meu nível de alerta só não é maior

Que a própria meditação
Antes de ser ateu
Decidi esperimentar
Para destruir os pesadelos

Que o cristianismo conseguira implantar
Foi preciso muita auto-análise
Muita concentração
É complicado lutar sozinho

Leitura foi a medicação
A crise copérnica faz parte de mim
É culpa da evolução
Alguns nascem assim

Mas, a vida ainda é em vão
O pior é ter supersentidos
Vivendo neste mundo caos
Onde a anestesia é abrigo

Principalmente a intelectual
Ser superlativo
É passar por mentiroso
E ser banido do ritual

Ser intelectual
Não é mais que ser teimoso
Saber a fraude do “universo-astral”
É muito perigoso

Estamos todos na matriz
Na caverna, engaiolados
Amarrados feito perdiz
Somos condores engalinhados

Porque o fascismo é a religião
Que manda na política
Holística, olhística, neolítica
Produzindo alienação

A maçonaria dás as cartas do jogo
Grita com euforia na Globo
Mas não controla quem irá vencer
Mesmo com a ira do lobo

Porque alguns têm o poder
Da desalienação
Alienar-se é muito fácil
Difícil é a reversão

A maioria segue o caminho
Que a irá abater
Ir para o abate é rápido
Lenta é a contramão

Porque nos ferraram
O caminho da sofreguidão
A miséria não é natural
É a própria desnaturalização

Ainda não aprendemos o conceito
Da desterritorialização
Não sabemos viver em paz
Ainda amamos a guerra

Porque no fundo não somos mais
Que meros homens da caverna
A caverna manda no mundo
Ela inventou Adão

Veja cada país
Em auto-deteriorização
Não saber votar
É suicídio coletivo

E não saber lutar
É ser para sempre
Um escravo
Um cativo

Ateu Poeta

11/10/2016

CHACAIS ACHACADORES

CHACAIS ACHACADORES

Vocês querem o padrão
Que quebra o meu país
O estrangeiro é o patrão
Batem no povo com cabeças-de-lata

Cada chefão é um mero primata
Que mata na rebelião
Após a carnificina ingrata
Vem a redenção

A absolvição
É amiga da convensão
Amante da corrupção
Pare a procrastinação

A miséria
A alienação
A promiscuidade partidária
E a impunidade diária

Os lobos lobistas
Ladram na cidade
Chacais achacadores
Adulteram a mocidade

São marginais, escorpiões
Com toda a leviandade
Brasília é o achacadouro
Ilha da prevaricação

Onde mora a quadrilha
Que aprimora a cartilha
Da golpibilidade temerária
Que a tudo falsificará

Fazer-se-á farsa maior?
Que este domínio-dominó-vigarista?
Está todos na lista
De um futuro xilindró

Ateu Poeta
11/10/2016