Temer na cadeia Aécio na cadeia

Temer na cadeia Aécio na cadeia
Copiem e colem em seus perfis

segunda-feira, 29 de junho de 2015

sábado, 27 de junho de 2015

Café ConVerso

Café ConVerso

Converso em prosa e verso
Neste recinto versátil
Sou jogado em um tempo
Quem contempla a poesia

Lá já cantei
Com gritos de euforia
A notei arregacei
Fazendo virar dia

Toquei pandeiro, violão
E instrumentos que nem toco
Criei laços aos domingos
Que aos sábados viraram nós

Não estamos sós às sextas
Nesta cesta de arte que verseja

Ateu Poeta
27/06/2015

sexta-feira, 26 de junho de 2015

PENSAMENTO SOBRE O TRABALHADOR


Eu sou trabalhador
E não desisto não
Eu sou a produção
A produção, a produção
Eu sou a produção
A produção, a produção

Ateu Poeta
26/06/2015

quinta-feira, 25 de junho de 2015

PENSAMENTO SOBRE O VERDADEIRO MESTRE

O verdadeiro mestre sempre espera que o discípulo o supere e só então saberá que fez realmente um bom trabalho, porque sente um imenso orgulho do seu educando e sabe que ensinar é a maior das artes 
Ateu Poeta
25/06/2015

PENSAMENTO SOBRE ARTES MARCIAIS

Nenhuma arte marcial em si é superior à todas as outras, elas são complementares. Cabe ao atleta conhecê-las e delas tirar o melhor proveito para enfrentar a vida por meio da criação de suas próprias estratégias de luta.

Ateu Poeta
25/06/2015

quarta-feira, 24 de junho de 2015

HOMER E O MACACO

HOMER E O MACACO

Homer estava intrigado com a dança de acasalamento de vários animais e se tocou de que para melhorar sua performance precisaria aprender com os outros animais uma nova forma de dança e saiu em busca daquele que tinha a dança mais esquisita, quando, à certa altura apareceu-lhe um macaco que o deixou intrigado por um lado lembrar o velho Burns por outro por fazer a dança mais ridícula do mundo, porém, para Homer era uma dança engraçada e ele começou a imitá-lo.

O macaco olha para ele e fala:_Estou com fome_A que Homer logo reponde:_Você fala?._O macaco olha para ele desconfiado e simplesmente reponde:_Sim. E por que não falaria?

Homer:_ Ora, mais, você é um chipanzé!

Macaco:_Sim, eu sou; e quero comida._Homer vai buscar comida na geladeira enquanto o macaco entra em sua casa pela janela e rouba tudo o que pode.

Homer volta e dá a comida ao macaco e em seguida lhe pergunta:_ Como pode você ser um macaco e falar?_a que o macaco responde:_Ah, mas, só digo pouca coisa. Nós chipanzés estamos bem próximos dos humanos na evolução.

Homer:_Mas, existe uma coisa errada..._O macaco olha desconfiado mais uma vez e deixa que Homer prossiga_ Você deveria ser peludo. Por que é amarelo, igual a mim?

Macaco:_Ora, isso é somente um truque da evolução para que nós chipanzés ganhemos comida dos humanos e assim não entremos em extinção.

Homer pega o macaco pelo braço e diz:_Agora que já conversamos, vamos olhar o carro do novo pastor da cidade._O macaco não quis ir, mas Homer continuou puxando, até que o macaco se zangou e disse por fim:_Você quer mesmo ver?_Homer fez que sim._Então, o macaco apertou um botão e um carro estilo Ferrari vermelho com preto, só que mais alto e maior, veio pela rua e fez a manobra sozinho e abriu a porta com um simples apertar de botão do macaco.

Homer:_Então, você é o novo pastor da cidade?

Macaco:_Sim, eu sou. Desculpe-me por ter lhe roubado, enganado e comido toda a sua comida, aqui estão as suas coisas de volta. Você está com raiva de mim?

Homer:_Não. Eu não sou Deus para julgar os outros._Pega um brinquedo e entrega ao pastor e diz por fim:_Eis um presente para o seu filho. Este é o meu brinquedo favorito, mas agora é hora de trocar de mãos.

O pastor vai embora e Deus surge esganando Homer e perguntando:_Que estória é essa de que eu julgo as pessoas?_Homer, quase sem voz ainda responde:_E o dilúvio foi o quê?

O Capeta aparece e novamente manda Deus buscar café. Deus obedece, o Capeta toma um gole e se vira para Homer:_Olha, Homer, você não viu aquele capítulo na Fox, onde um simples café que Deus me serviu custou 20 milhões de dólares?

Homer:_Bem, agora lembro dessa do no pescoço, mas, como foi proibido o episódio, acho que a minha memória também pifou...

Capeta:_Olha, saiba que Deus é muito sensível, e..._Nesse momento Homer acorda e vê que nem de fato era Homer Simpson, mas um homem de verdade e não havia nenhum deus ali e muito menos demônio.

Não sabe o que pensa; lembra vagamente de uma briga de bar e não tem mais certeza de quantos dias dormiu, mas notou que muitas vezes um sonho pode ser mais revelador do que uma vida inteira, desde que bem analisado com uma criticidade excludente de misticismos.

O sonho fora tão forte, e as pancadas também, viu isso quando olhou no espelho, que não sabia mais como se chamava. Notou que estava em um hospício, mas decidiu continuar ali.

Homer:_Afinal, o mundo lá fora é muito mais hospício que isso aqui.

Ateu Poeta
24/06/2015

terça-feira, 23 de junho de 2015

MAD MAX

MAD MAX

Não importa o que digas
Intrigas que não vou testemunhar
Já me tiraste o sangue
Não vais me roubar o ar

Eu não sou da tua ilha
Nem pertenço a esta tribo
Também não digo amém
Nem mereço teu estribo

Somente a fúria poderá me socorrer
Estou a correr, na pilha
Se meu olho ainda brilha 
É porque vou sobreviver

Tuas toscas correntes eu vou arrancar
Agora ninguém mais vai me segurar
  
Ateu Poeta
23/06/2015

PENSAMENTO SOBRE A CHUVA

A chuva cai feito luva no fio da razão
Fere à foice à força a fera nesta funesta e fria solidão

Ateu Poeta
23/06/2015

segunda-feira, 22 de junho de 2015

ALVORADA DE VULCÕES

ALVORADA DE VULCÕES

Tuas curvas são circuitos circulares
Curtas curas
Crimes solares
 Prazeres ocultos

Cultos oculares
Maresia de marés
Mil mares
 Alvoradas vorazes de vivazes vulcões

Moradias luminares de Moros e Ogum
Desir de colibris
Dejavu das flores
Cada sonho que há devir

Químicas quimeras alquimistas querendo as maçãs de Idun
Místicos mistérios de meras megeras da ilusão de um ibarium

Ateu Poeta
22/06/2015

domingo, 21 de junho de 2015

DELETÉRIA ILUSÃO

 DELETÉRIA ILUSÃO

A vida é um aforismo das pitonisas de Delfos
Árvore cheia de livros no deserto da solidão
Mulher linda de biquíni lá seio do vulcão
Meu coração que explode cada vez que te vejo

O meu desejo te manda um beijo, mas tu que dizes não
 Mitos de cemitérios semitas montam mil castelos de areia
Deletérios da sideral espaçonave em paralaxe delta e ômega
 Intergaláctica supernova de pulsares

Lobotomia na caixa de Pandora
Nebulosa em brancas nuvens
Cumulonimbus
Tempestade no fio da razão

Tua boca beira à loucura
És minha cura e mera ilusão

Ateu Poeta
21/06/2015

quinta-feira, 18 de junho de 2015

SOBRE JAZZ E BLUES

SOBRE JAZZ E BLUES

Operações opressoras
Aparatos portáteis por todo lado
Querelas do querer perfuram paz e porto
Quartzos do quem dera

Quarks que quebram qualquer querubim
As folhas em branco em preencho com sangue
As garras do lobo se afiam com afinco
Conforme os desafios e desafetos

Sobretudo nos dialetos pró-escorpião
Cada coelho em sua toca sem quimeras
O mosquito sem mosquete toca lorotas no sopro do dragão 
É preciso pugnar para purgar a pulga fugaz

Quando os ladrões se amparam na lei
A verdade aqui jaz

Ateu Poeta
18/06/2015

MESA DE BAR

http://ateupoeta.blogspot.com.br/2015/06/mesa-de-bar.html
MESA DE BAR

Os bares se alimentam da tristeza humana como Hades, Thanátos e Ares do medo, da morte e da guerra na antiga religião grega politeísta. 

As músicas que instigam mares de lágrimas atraem desejo pelo vício do álcool como pólos antípodas que movem dínamo e dinamômetro da tragédia sociocultural.

Não adianta apontar o dedo para o política e anestesiar os neurônios a fim de esquecer os problemas em vez de superá-los.

Ateu Poeta
18/06/2015

terça-feira, 16 de junho de 2015

RIMAS AO MAR

RIMAS AO MAR

Colombina bailarina
Menina que voa bem no seio da canção
Nesta vida serpentina
Purpurina púrpura em polvorosa de ação

Na tua boca espadas são flores
Fábricas frenéticas de febre e frenesi
Dialética de dissabores
Mas teus olhos são tiros de canhão em si

No fim do dia surge novo clarão
Poderia ser folia
Mas é maresia dentre fogo, jogo e vulcão
Cadmos planta gigantes dentes de dragão

Prepare a pontaria
Mega era megera de disputas, crimes e inflação
Eu queria sinfonia
Poesia pura e perene à própria perfeição

A infante infantaria parte a pátria para a próxima partida
Pare os podres párias do porão
Partilha propósitos de postos posto à preços piratas
Palácio, planalto, poder: patifaria em plena prontidão

Pressa sempre sem apreço
Arremesso sem medida ou começo
Escravos do trabalho, da demência e da razão
Cuidado com o rabo do escorpião!

Sinestésica euforia
Se série séria sereno sereiar
Sem saber o sabor sobre o sabre
Será mesmo a esmo remar rimas ao mar?

Ateu Poeta
17/06/2015

PENSAMENTO SOBRE UTOPIA

Tudo é utopia antes de acontecer
Ateu Poeta
16/06/2015

domingo, 14 de junho de 2015

TEMPESTADE NO CAIS

TEMPESTADE NO CAIS

Insanidade no caos
Psicopatas piram em pátrias patriarcais
Enquanto os loucos morrem de febre e afã
Vampiros mordem e sugam a doce luz da manhã

Lobisomens agora moram no dia e na noite
A nossa vida não se a primora
É mero mel de açoite
Com esmero em tempero de amora

A humanidade se perde em lazer
E no bélico bel prazer
Em vez de fazer o melhor
Para sobreviver

Refrão:
Ah, ah, ah, ah, há tempestade no cais
A sede de sangue desta Terra não acaba jamais
(bis)

Ateu Poeta
14/06/2015

ESPÍRITO LIVRE

ESPÍRITO LIVRE

Nenhum espírito livre se aprisiona na Terra
A trave do teu olho ainda fere o trovão
Deuses e grades sobrevivem da guerra
Nada que altere os alqueires da contradição

Tua crua dicção não traz nada que prospere
Oferenda de frágil e falso jargão
Pequeno podre ampere
O princípio do príncipe é proferir a prisão

Todo império se surpreende
Se o seu súdito aprende demais
Porque a demanda sempre entende
Que o caos mora no cais

Refrão:
Quem comanda as amarras banais
Não quer soltá-las jamais
(repete 3x)

Ateu Poeta
14/06/2015

TUDO O QUE EXISTE É PROPAGANDA DE SI

Tudo o que existe é propaganda de si
 Ateu Poeta

PENSAMENTO SOBRE IMPOSSÍVEL

O impossível me corrói 
Sou espírito Ícaro impassível
Porque o incrível me arrasta aos nós

Ateu Poeta

sexta-feira, 12 de junho de 2015

CAIS E PORTO

CAIS E PORTO

Só vivi quando morri de paixão
Tudo o mais é mera ilusão
Somente à beira do caos
É que a paz traz cais, porto e pavilhão

Não adianta ser pavão sem voar
Peixe-espada sem nadar
Samurai sem lutar
Fagulha sem incendiar

Fluxo preso em represa
Água do cano a sangrar
É preciso ser folha e fortaleza
Sobreviver quando ferido falhar

Melhor faz o falcão peregrino
Que menino no meio do mar

Ateu Poeta
12/06/2015

MAESTRO DE SI

MAESTRO DE SI

Toda rebeldia tem causa
Nem que seja euforia sem asa
Temores de casa
Vícios da convicção

Fantasia em brasa
Contramão
Contrato de ficção
Ditames da contradição

Perfume da flor mais amarga
Fenecer feira de frenesi
Talvez a passagem mais larga
Não traga o mel do êxtase

Viver é teimar em prosseguir
Aprender a ser maestro de si


Ateu Poeta
12/06/2015

segunda-feira, 8 de junho de 2015

COLÍRIOS E COLIBRIS

COLÍRIOS E COLIBRIS

Trago o peito cheio de prismas
Prisões de aforismas e jardins
Monumentos que encondem monalisas
Cálamo e calibre de flores

Cores, colírios, e colibris
Entre jasmins há mais paixões
Amores-perfeitos e jargões
Rarefeito defeito e frenesi

Esqueça Jorge e Sigurd
Monte nos místicos dragões
Voe nos por entre montes e porões
Anões, gigantes e tufões

Miríades de miragens, ilusões
Refrão de raios e cifrões

Ateu Poeta
08/06/2015

UM LOUCO APENAS

UM LOUCO APENAS

Sou apenas mais um louco
Jornalista independente na América Latina
Com vários blogs multifuncionais
Historiador em um mundo que ama a mentira

Ateu entre cristãos
Poeta em um país de analfabetos funcionais
Com ideais culturais no seio do capitalismo
Que ousa pensar em meio a falsos intelectuais

Questionador ante os autoritários
Que não cala jamais
Os sonhos não param
Até precisam ser surreais

Chega de prantos e pancadas
A resiliência pode mais

Ateu Poeta
08/06/2015

MARCIANOS MARCIAIS


MARCIANOS MARCIAIS

Mate o mito motor
Morrerão medos e mantos
Montanhas movem muitos
Muros, moinhos e menestréis

Mágicas mortalhas no mato
Moldam mentes magníficas
Mudam os mantras do mundos
Mudos martírios magistrais

Martelam mentiras e mazelas
Marítimas molduras materiais 
Manias, móveis, ministérios
Minerva dos mistérios matinais

Monstros minerais monopolizam
Monetários marcianos marciais

Ateu Poeta
08/06/2015